Cinco anos atrás, o químico Pierre Mothé Esteves estava otimista quanto aos rumos da ciência brasileira. O professor da UFRJ considerava que o país vivia "uma década de ouro" e seria até mesmo um potencial destino para colegas estrangeiros, devido à qualidade dos trabalhos desenvolvidos aqui. (Renato Grandelle – O Globo, 08/01/2017) » Veja mais…
