
Na semana passada este Boletim abordou o uso de modelagem computacional na síntese orgânica. Também na Química Medicinal o uso da inteligência artificial e de ferramentas preditivas de modelagem é cada vez mais crucial na busca por novos fármacos ou no reposicionamento de fármacos. No Laboratório de Planejamento de Fármacos e Modelagem Molecular (LabMol), da Faculdade de Farmácia, da UFG, a Professora Carolina Horta Andrade utiliza métodos de aprendizado de máquinas e também as mais modernas redes neurais profundas para encontrar moléculas promissoras no tratamento de diversas doenças.
