
Tive o privilégio de conhecer um grande professor de Química da Universidade Federal do Ceará, Miguel Cunha. Quando eu convivi com ele, já estava bastante idoso, mas guardava um frescor juvenil que atraía a todos, sobretudo a seus alunos, e também àqueles outros que com ele conviveram. O bom humor de Miguel era contagiante, e uma roda de conversa com ele deixava grande saudade quando terminava. Confira o texto na íntegra do Carlos Alberto L. Filgueiras, Professor Emérito da UFMG. » Veja mais…
