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SBQ DIVULGA NOTA SOBRE A IMPLEMENTAÇÃO DO NOVO ENSINO MÉDIO A PARTIR DA BNCC

No ano de 2017 foi publicada a lei 13.415/2017 que alterou alguns itens da LDB, na perspectiva de reformar o Ensino Médio, com total adequação e aderência à Base Nacional Comum Curricular (BNCC) em sua versão definitiva de 2018.
Essa reforma prevê um núcleo obrigatório de 1800 horas, que oferecerá componentes de todas as áreas do conhecimento, seguido de um núcleo flexível (itinerário formativo) de 1200 horas que pode oferecer aprofundamento em qualquer uma das áreas do conhecimento do núcleo anterior.
O oferecimento desses núcleos vem gerando bastante discussão, principalmente nas redes públicas de ensino. Como os itinerários são optativos, os conteúdos de Química podem ser relegados a um segundo plano em várias redes, seja pela falta de professores licenciados em Química no interior de vários estados do Brasil, seja pela falta de estrutura e materiais para abordagem dos conhecimentos químicos. Isto pode inviabilizar o oferecimento em várias escolas do itinerário formativo de Ciências da Natureza e suas Tecnologias, aumentando a desigualdade social e de acesso ao conhecimento no contexto de escolas públicas.
A possibilidade de que a disciplina de Química tenha sua carga horária diminuída, a depender da oferta de itinerários formativos relacionados a Ciências da Natureza pelas redes de ensino, acarretará lacunas no letramento e conhecimento escolar científico dos estudantes. Isto é extremamente danoso, tendo em vista a importância do conhecimento científico químico no atual cenário negacionista em que nossa sociedade se encontra imersa.
A partir do exposto, a Sociedade Brasileira de Química reitera a importância da disciplina de Química no Ensino Médio, alertando as redes públicas e os sistemas privados de ensino que a falta dessa disciplina/componente cria lacunas que podem prejudicar profundamente a formação de sujeitos sociais.
 
LEIA A NOTA COMPLETA, AQUI.